segunda-feira, 31 de maio de 2010

Sétimo ano A: Sujeito desinencial e classificações do predicado



Prezados alunos,

trago, aqui, um resumo do que já vimos até agora sobre este assunto.

Sujeito desinencial: é aquele que não apresenta núcleo, só identificamos o sujeito graças à terminação do verbo. Ex.:

Matei a barata. Assim, sabemos que “eu” preenche o espaço do núcleo pois “eu matei” é uma forma de 1ª p. s.

Predicado verbal e predicado nominal

Quando o verbo é de ação o predicado é chamado verbal, já no caso dos verbos de ligação o predicado é chamado nominal. Exs.:

O Lupicínio lavou o pé. Como “lavar” é verbo de ação, predicado verbal.

O pé estava sujo. Como “estar” é verbo de ligação, predicado nominal.

O predicativo do sujeito é um termo dentro do predicado nominal, é simplesmente a qualidade atribuída a esse sujeito. No exemplo acima, “sujo” é o predicativo do sujeito.

ATENÇÃO! Principais verbos de ligação: ser, estar, ficar, permanecer, continuar...

quinta-feira, 20 de maio de 2010

21 de Maio, dia da Língua Nacional. . .



Cerca de 250 milhões de pessoas falam o português no mundo, sendo 80% aqui, no Brasil. É a 5ª língua em número de falantes.


Hoje, 21 de Maio, celebramos em nosso país o Dia da Língua Nacional, ou seja, a Língua Portuguesa. Neste “post” compartilharei algumas curiosidades e reflexões sobre a língua que todos nós falamos.

A Língua Portuguesa é uma das chamadas línguas neolatinas, ou seja, uma das novas (“neo”) línguas derivadas do latim (“latinas”), tal como o espanhol e o francês, por exemplo.

O surgimento de novas línguas a partir de uma original ocorre naturalmente e leva séculos para se consolidar. Com a expansão do Império Romano, o Latim vulgar, ou seja, aquele falado pelos soldados e demais pessoas simples, foi bastante espalhado. O isolamento geográfico e contato com outras línguas locais já existentes resultou em diferentes variedades, sendo o português europeu uma delas.

À época da chegada dos portugueses ao Brasil, diferentes línguas indígenas eram aqui faladas. Quase todas estão, atualmente, extintas. No começo da colonização (século XVI) ocorreu um fenômeno muito interessante: surgiram novas línguas como ferramenta de comunicação, resultantes de misturas entre línguas de colonizadores e colonizados, as chamadas línguas francas. Dessa forma, é curioso notar que àquela época o português não predominava, mas outras línguas, “misturinhas” decorrentes da necessidade de comunicação entre todos.

Já em 1759 o Marquês de Pombal impõe, por força de lei, o uso da língua portuguesa, mas na prática existiam línguas indígenas e, com a escravidão, línguas africanas, que somadas apresentavam mais falantes que o próprio português!

É somente em 1808, com a vinda da família real para o Brasil, que o português começa a se consolidar. A língua passaria ainda, a partir daquele século, pelo contato com idiomas de imigrantes, como italianos e alemães, resultando em novos vocábulos.

Hoje o português dito brasileiro e o português europeu são diferentes em termos de pronúncia, vocabulário e até sintaxe, porém um brasileiro e um português podem se comunicar perfeitamente. Você já se perguntou por que falamos “português” e não “brasileiro”? Na verdade é apenas uma questão de nomenclatura, pois o que faz uma língua ser considerada diferente da outra não são princípios puramente linguísticos, mas motivações políticas.

O que é muito estranho é o fato de pessoas desvalorizarem nosso idioma preferindo usar termos estrangeiros desnecessariamente. Toda língua passa pelo contato de outros idiomas, que a enriquece, porém isso é diferente de encontrarmos, por exemplo, uma placa escrito “SALE” numa loja... que significa “liquidação”, palavra que já temos em nossa língua.

Você já fala muito bem o português. Na escola, você aprende a dominá-lo em suas variações e, ainda, estuda a forma padrão, oficial da língua, que passa por regras, às vezes muito chatas. Esforce-se para usar a sua língua conforme exigir a ocasião. No MSN, informalmente, use a linguagem que lhe é própria. Na escola, formalmente, prefira o padrão oficial, na fala e na escrita, assim você dominará a língua, não se deixando dominar por ela. Somos constantemente julgados por aquilo que falamos e como falamos...

Quanto à tal reforma ortográfica, aos poucos você aprenderá as novas formas de se registrar certas palavras, essa aprendizagem não ocorrerá em uma ou dez aulas, será um aprendizado constante pautado na leitura e reflexão. O mais importante é o conteúdo, sua compreensão e capacidade de produção, e não o fato de agora a palavra “ideia” ser escrita sem o acento. A ortografia é um foco muito necessário, mas, sem o conteúdo, de nada serve. O conhecimento sobre a ortografia, na prática, decorre do exercício da leitura, e não das regras gramaticais. Afinal, eu sei que a palavra “chuchu” é escrita com “ch” e não com “x” pela minha memória de leituras, não por regra ou etimologia alguma...

Fale o português com orgulho, saiba utilizá-lo conforme a ocasião e, assim, sua língua será uma preciosa ferramenta de conquistas, de todos os tipos.


Cordialmente, prof. Chico.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Sétimo ano A: sujeito simples e sujeito composto



Prezados alunos,

trago, aqui, um lembrete importante quanto à distinção entre sujeito simples e sujeito composto. O critério para classificar o sujeito é o número de núcleos. Apenas um núcleo, sujeito simples. Mais de um, sujeito composto.

Ex.: A bicicleta do vizinho da minha prima é uma Caloi.

Sobre o quê estamos falando? Sobre a bicicleta, ou seja, um núcleo: sujeito simples. “Vizinho” e “prima” não são núcleos, são termos que detalham o núcleo e que não são estudados no sétimo ano. Atenção ao caso abaixo:

A bicicleta e o skate do vizinho da minha prima sumiram.

Sobre o quê estamos falando? Sobre a bicicleta e o skate, ou seja, dois núcleos: sujeito composto. Atenção especial ao exemplo abaixo:

As bicicletas da loja estavam em promoção.

E agora, sujeito simples ou composto? Basta acionarmos o critério: contar o número de núcleos. “Bicicletas” é o único núcleo existente, portanto, sujeito simples. “Mas, se a palavra ‘bicicletas’ está no plural, não deveria ser sujeito composto?” - Não, pois o que determina se o sujeito é simples ou composto é o número de núcleos, e não se o termo está no singular ou plural.

Cordialmente, prof. Chico.
(V.P.)

terça-feira, 18 de maio de 2010

Segundo ano: eu agradeço pelo saboroso bolinho...



As aulas do glorioso prof. Márcio de Inglês no segundo ano estão muito saborosas. Semana passada eu já havia presenciado alguns quitutes, mas como eu estava meio “asiático” (com azia), perdi a chance. Apesar de não assistir a elas, hoje tive a honra de ser premiado com um saboroso bolinho, recebido pelas mãos do Lazarin enquanto eu estava no oitavo A.
Infelizmente não havia meios de dividir o bolinho entre todos os presentes, até porque daria pouco mais que um farelo para cada aluno. Como ninguém pôde multiplicá-lo, a solução foi colocá-lo por inteiro em minha boca e degustá-lo. Aliás, acho o uso do verbo “degustar” meio abobado, porque as pessoas parecem usá-lo, atualmente, para qualquer coisa. Por exemplo, o cara vai comprar um sacolé na esquina e em seguida vai “degustá-lo”, como se estivéssemos tratando de algo muito sofisticado, como o bolinho do segundo ano o qual tive a honra de... degustar. O bolinho estava bom pra chuchu. Valeria um pontinho na média, mas, é óbvio que isto não pode ocorrer. O uso do futuro do pretérito, na forma “valeria”, já indica algo que aconteceria se... possível fosse.
Na saída, o Barão ainda me provocou, em pleno horário de meio-dia, relatando para mim a boia que logo mais degustaria na casa de seus avós: mocotó, dobradinha e, de sobremesa... doce de abóbora.
Agradeço, em todo caso, pelo saboroso bolinho. Genial. Muito melhor que pão com Karo.

De sexto a primeiro ano: concurso nacional de redação


Prezados alunos,

a coordenação do CAP repassou para mim a divulgação de um concurso que é bastante interessante, o 16º Prêmio Nacional Assis Chateaubriand. Neste ano, o tema do concurso é “Carlos Drummond de Andrade: testemunho da experiência humana”.

Para participar, o(a) candidato(a) precisa produzir uma crônica, um conto ou um ensaio sobre Drummond que, naturalmente, deve contemplar o tema proposto.

Os gêneros em questão (crônica, conto e ensaio) não foram estudados ainda por todas as séries, porém isto não impede que um aluno possa produzi-los. Os meus alunos de sexto a primeiro ano podem participar. A premiação é muito bacana e caso você tenha se interessado acesse o site http://fac.correioweb.com.br/ e, se desejar participar, conte com minha orientação. O prazo é 31 de Agosto.

Curiosidade: Assis Chateaubriand (1892 – 1968) foi um homem muito, mas muito doido mesmo. É graças a ele que a televisão chegou no Brasil, dentre outras façanhas menos nobres.

Cordialmente, prof. Chico

Sexto ano A: pretérito perfeito e pretérito imperfeito



Prezados alunos,

na aula de hoje discutimos sobre as diferenças de sentido entre o pretérito perfeito e o imperfeito. Apresento aqui um estudo complementar ao existente em nossa apostila do Positivo.

Ambos os tempos indicam ações concluídas no passado, o que explica o nome “pretérito”. A diferença entre os dois reside no seguinte: no pretérito perfeito o processo verbal simplesmente ocorreu, já no imperfeito o processo ocorria, era frequente ou, ainda, foi interrompido.

Pretérito perfeito: O Aderbaudílio a amou desde o primeiro encontro.
Temos, aqui, um fato pontual no passado.

Outro exemplo: Phyllomenna comeu o pudim na janta.

Pretérito imperfeito: O Aderbaudílio a amava, mas não era correspondido.
Temos, aqui, uma fato no passado que ocorria, porém foi interrompido, terminou.

Outro exemplo: Phyllomenna comia o pudim quando o telefone tocou.

Em poucas palavras, o pretérito perfeito indica algo que ocorreu no passado, já o pretérito imperfeito indica algo que ocorria no passado.

P.S.: como o assunto aqui foi o tempo pretérito, a imagem deste “post” representa o carro no qual saí da maternidade, o Ford Corcel I modelo 1976.

(V.P.)

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Terceirão: dosando as informações em uma dissertação



Prezados alunos,

a nossa última produção textual lembrou-nos de uma consideração vital: é imprescindível que saibamos dosar a quantidade de informações presentes em uma dissertação. É importante, como candidatos, que consigamos mostrar no papel que conhecemos sobre os assuntos da atualidade. Contudo, no afã de provar que sabemos sobre o tema, corremos o risco de deixar o texto mais informativo que dissertativo. Nas dissertações devemos usar as informações: 1. para contextualizar o tema, apresentando-o e 2. para ilustrar nossos ARGUMENTOS, que, por sua vez, são o que realmente determina a qualidade de uma dissertação.

Cordialmente... prof. Chico

Vale para todos: segurança na Internet



Prezados alunos,

a Internet é uma ferramenta extraordinária para aprendermos, nos divertirmos e estabelecermos comunicação. Contudo, como qualquer ferramenta, deve ser bem utilizada, do contrário pode machucar, ou seja, fazer mal.

Aqui apresento algumas dicas muito úteis sobre como se comportar diante do computador. Tenho certeza que vocês conhecem muitas delas, mas vale relembrar!

1. Nunca divulgue dados pessoais como nome completo, idade, escola onde estuda, informações sobre sua rotina, telefones, senhas. O mesmo vale para fotos. Caso seja realmente necessário repassar alguma informação, peça que um adulto de sua casa lhe oriente.

2. Não dê conversa a desconhecidos e cuidado mesmo com as pessoas conhecidas, pois alguém pode estar se passando por um amigo seu.

3. Se você ficar confuso ou em dúvida sobre qualquer coisa que surja durante sua navegação na Internet chame imediatamente um adulto de sua casa. O mesmo vale para caso alguém lhe ofenda ou diga coisas estranhas. Não guarde para si nenhuma dúvida ou medo, converse claramente com os adultos de sua casa.

4. Não navegue por sites que solicitem o uso de dinheiro ou números de cartões de crédito.

Enfim, navegando de forma segura e buscando sempre o auxílio de adultos em casos de dúvidas, sua navegação será sempre motivo de satisfação e não de problemas.

Cordialmente... prof. Chico

domingo, 16 de maio de 2010

Nos 65 anos do término da 2a Guerra Mundial...



Prezados alunos,

no dia 8 último, o mundo comemorou o 65º aniversário do término da Segunda Guerra Mundial. Dito isto, pergunto a vocês: o que um evento ocorrido há tanto tempo tem a ver conosco, agora, em 2010?

A humanidade, durante séculos, resolveu à base da violência toda e qualquer disputa, por menor que fosse. Uma diferença pequena entre dois homens logo terminava em duelo, com a morte de um ou mesmo de ambos. O mesmo valia entre diferentes Nações.

O século passado foi marcado por duas guerras mundiais, a Primeira de 1914 a 1918 e a Segunda de 1939 a 1945. Não existem estatísticas precisas, porém acredita-se que aproximadamente 75 milhões de pessoas tenham morrido nesses dois conflitos.

Outras guerras ocorreram e ainda ocorrem, porém a humanidade parece começar a entender que existem formas muito mais adequadas de se resolver uma disputa, uma diferença qualquer. É por isso que eu lancei a vocês aquela pergunta no primeiro parágrafo. É importante lembrarmos das guerras para retomarmos a lição deixada por elas: a violência é sempre a pior alternativa. E a violência existe de muitas formas, incluindo aquelas aparentemente pequenas. No espaço escolar, assim como lá fora, devemos resolver as diferenças do cotidiano através do diálogo, pelo respeito, sem apelar a recursos que, ao invés de resolverem os problemas, apenas os agravam.

Com cada um de nós fazendo sua parte, sem tolerar a violência e procurando pelas formas civilizadas de resolução de problemas, faremos um ambiente sempre melhor e, dessa forma, daremos nossa parcela para que nunca mais cheguemos ao absurdo que é uma guerra mundial.

“A humanidade tem que acabar com a guerra antes que a guerra acabe com a humanidade” - John F. Kennedy.

Cordialmente,
prof. Chico

sábado, 15 de maio de 2010

Trabalho opcional - oitavo ano A


Trabalho opcional:
Apreciação de narrativa cinematográfica (8º A)

Filme: Marley & eu.
Título original: Marley & me.
País de origem: Estados Unidos.
Ano da produção: 2008.
Gênero: drama / comédia.
Duração: 2 hrs.
Classificação etária: 10 anos.
Produtores: 20th Century FOX.

Orientações: leia as questões abaixo e, em seguida, assista ao filme, fazendo anotações se necessário. Ao final, copie as perguntas em uma folha almaço e responda-as. Capa é opcional. Este trabalho é individual e a mão. As primeiras quatro questões valem 0,5 cada, a questão cinco vale oito pontos. Entrega: 02/06.


01. Com qual objetivo inicial John e Jenny adotam Marley?

02. Marley acaba promovendo o trabalho de John. De que forma isso ocorreu?

03. Por que o casal decidiu viajar para a Irlanda?

04. Por que Jenny pede que Marley saia de casa?

05. As relações entre seres humanos e animais podem ser muito complexas. Apresente um artigo de opinião sobre um assunto dentro deste tema. Mínimo: 30 linhas.

Trabalho opcional - sétimo ano A


Trabalho opcional:
Apreciação de narrativa cinematográfica (7º A)

Filme: A fantástica fábrica de chocolate.
Título original: Charlie and the Chocolate Factory.
Países de origem: Estados Unidos /Austrália / Reino Unido.
Ano da produção: 2005.
Gênero: aventura.
Duração: 115 minutos.
Classificação etária: L I V R E.

Orientações: leia as questões abaixo e, em seguida, assista ao filme, fazendo anotações se necessário. Ao final, copie as perguntas em uma folha almaço e responda-as. Capa é opcional. Este trabalho é individual e a mão. Cada questão vale dois pontos. Entrega: 28/05.

01. Charlie, após encontrar o convite dourado, fica em dúvida se deve utilizá-lo para visitar a fábrica ou vendê-lo. Diante deste dilema, como a família de Charlie reagiu?

02. Cada uma das demais crianças que estavam visitando a fábrica apresentava características não muito positivas. Apresente e caracterize psicologicamente cada uma dessas crianças.

03. De que modo cada criança foi eliminada, restando apenas Charlie?

04. Como Charlie auxilia Willy Wonka a se reconciliar com seu pai?

05. Podemos considerar que neste filme é evidente a lição da humildade que devemos ter perante nossos semelhantes. Justifique essa afirmação, explicando-a com passagens da história.

Trabalho opcional - sexto ano A


Trabalho opcional:
Apreciação de narrativa cinematográfica (6º A)

Filme: Ratatouille.
Título original: Ratatouille.
País de origem: Estados Unidos.
Ano da produção: 2007.
Gênero: animação.
Duração: 118 minutos.
Classificação etária: L I V R E.
Produtores: Disney – Pixar.

Orientações: leia as questões abaixo e, em seguida, assista ao filme, fazendo anotações se necessário. Ao final, copie as perguntas em uma folha almaço e responda-as. Capa é opcional. Este trabalho é individual e a mão. Entrega: 28/05.
Cada questão vale um ponto.

01. O olfato de Rémy, bastante apurado, tinha uma utilidade na colônia de ratos. Que utilidade era essa?

02. Quem era o ídolo de Rémy?

03. Em qual país a história se desenvolve?

04. Qual era o sonho de Rémy?

05. Rémy tinha apoio dos seus familiares e amigos quanto ao seu sonho?

06. Como Rémy e Alfredo se conhecem?

07. Anton Ego é um crítico gastronômico muito chato. De que forma seu comportamento se modificou após provar um certo prato feito por Rémy e Alfredo?

08. Qual lição o filme nos deixa quanto a buscarmos a realização de nossos sonhos?

09. Qual lição o filme nos deixa sobre aqueles que tentam conseguir as coisas prejudicando os outros?

10. Apresente sua crítica sobre o filme, relatando aspectos dos quais você gostou e outros que não agradaram. Justifique suas opiniões com argumentos.